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O Puma AM1 nasceu em 1987 quando a falida Puma foi vendida pra Araucária e logo depois pra Alfa Metais do paranaense Níveo de Lima, que relançou o último projeto da fábrica paulista, o P-018 de 1982, com o nome AM1, para tentar salvar a marca. Era o mesmo cupê de fibra de vidro com mecânica VW 1600 a ar traseira, chassi Brasília/Variant II e visual inspirado no GTB, mas com pequenas mudanças como maçanetas do Opala, tanque de combustível deslocado pra frente, fim das entradas de ar laterais atrás do vidro traseiro e rodas aro 14´ todas de mesma tala, oferecendo ar condicionado como opcional, e tendo como irmão conversível o AM2, que foi a última tentativa com motor a ar antes do AM3 com AP refrigerado a água. Não vingou, encerrando a produção no início dos anos 90 com a abertura às importações.
